A decisão de Gideão de destruir o altar de Baal foi um ato significativo de desafio contra as práticas idólatras que se tornaram comuns entre os israelitas. Essa ação não foi apenas uma destruição física de um altar, mas uma declaração espiritual de que o Deus de Israel era o único Deus verdadeiro. Ao fazer isso, Gideão arriscou sua vida e reputação, já que Baal era uma divindade poderosa adorada por muitos em sua comunidade. O nome Jerubaal, que significa "Que Baal contenda", foi dado a Gideão como um desafio a Baal para se defender, o que sutilmente zombava da impotência dos ídolos em comparação com o Deus vivo.
Esse evento marca um ponto de virada na vida de Gideão, colocando-o em um caminho para se tornar um líder e libertador de Israel. Enfatiza o tema da fé e coragem diante da adversidade, encorajando os crentes a se manterem firmes em suas convicções. A história de Gideão nos lembra que a verdadeira adoração requer compromisso e, às vezes, ações radicais para alinhar-se com a vontade de Deus. Também nos assegura que Deus apoia aqueles que O honram, mesmo quando enfrentam oposição ao seu redor.