Os amigos de Jó, Elifaz, Bildade e Zofar, chegam para consolá-lo após ouvirem sobre seu imenso sofrimento. Ao se aproximarem, ficam tão impressionados com sua aparência alterada devido às aflições que mal conseguem reconhecê-lo. A resposta deles é imediata e visceral; eles choram em voz alta, rasgam suas vestes e lançam pó sobre as cabeças, gestos que eram expressões tradicionais de luto e solidariedade nas culturas do Antigo Oriente Próximo. Esses atos significam a profunda empatia e a dor compartilhada pela situação de Jó.
Esse momento sublinha o impacto profundo do sofrimento não apenas sobre o indivíduo, mas também sobre a comunidade. Destaca a importância de estarmos presentes com aqueles que estão em dor, oferecendo apoio por meio da tristeza compartilhada. As ações dos amigos nos lembram que, às vezes, o conforto mais significativo que podemos oferecer é a nossa presença e a disposição de compartilhar o fardo do sofrimento alheio. Esta passagem nos encoraja a sermos compassivos e empáticos, reconhecendo o poder da solidariedade diante da adversidade.