Neste trecho, o orador desafia a eficácia dos deuses adorados pelas cidades de Hamate, Arpade e Sefervaim. Essas cidades tinham suas próprias divindades, mas caíram sob o império assírio. A pergunta retórica feita aqui visa destacar a impotência desses deuses diante da conquista militar. Isso prepara o terreno para um contraste com o Deus de Israel, que é retratado ao longo da Bíblia como poderoso e capaz de livrar Seu povo de seus inimigos.
O contexto histórico é importante aqui. O império assírio era uma força dominante, e suas conquistas eram frequentemente vistas como uma demonstração da superioridade de seus deuses. No entanto, a Bíblia apresenta consistentemente o Deus de Israel como o único verdadeiro Deus, cujo poder não é limitado pela oposição humana ou divina. Para os crentes, esta passagem é um chamado para reconhecer e confiar na soberania e no poder de Deus, mesmo quando outras forças parecem esmagadoras. Ela tranquiliza os fiéis de que Deus não é como os deuses de outras nações, que falham em proteger seus seguidores, mas é uma presença viva e ativa capaz de livrar Seu povo.