A narrativa captura um momento tocante de perda e novos começos. Enquanto Raquel, a amada esposa de Jacó, enfrenta seus momentos finais, ela nomeia seu filho de Ben-Oni, que se traduz como 'filho da minha dor'. Este nome reflete a profunda angústia que ela experimenta durante o parto, marcando o nascimento com seu sofrimento pessoal. Em contraste, Jacó, o pai, renomeia a criança de Benjamim, que pode significar 'filho da mão direita' ou 'filho da minha força'. Essa renomeação é significativa, pois muda o foco da tristeza para a força e o favor.
A escolha de Jacó de renomear seu filho reflete um ato deliberado de esperança e uma visão para um futuro positivo, apesar das circunstâncias imediatas. Ilustra o poder transformador dos nomes e a importância da perspectiva. Ao escolher um nome que signifique força e favor, Jacó estabelece uma base para a vida de seu filho que está enraizada na esperança e no potencial. Esta história serve como um lembrete da resiliência do espírito humano e da capacidade de encontrar luz e promessa, mesmo em momentos de profunda tristeza.