Os magos egípcios, que anteriormente tentavam imitar os milagres realizados por Moisés e Arão, chegaram a um ponto em que não podiam mais negar a natureza divina das pragas. Eles declararam que os eventos eram o 'dedo de Deus', reconhecendo um poder maior que o deles. Apesar dessa admissão, o coração de Faraó permaneceu endurecido, e ele se recusou a ouvir ou mudar seus caminhos. Essa teimosia era algo que Deus já havia predito, mostrando a tensão entre a vontade divina e a resistência humana.
Esse momento é significativo, pois marca uma virada na narrativa das pragas. Ele sublinha as limitações do poder e da sabedoria humana diante do divino. A recusa de Faraó em reconhecer o poder de Deus, apesar das evidências claras, serve como um aviso sobre os perigos do orgulho e da obstinação. A história nos convida a refletir sobre como respondemos aos sinais e maravilhas em nossas próprias vidas, instando-nos a sermos abertos à intervenção divina e humildes diante da vontade de Deus.