Acazias, o rei de Judá, se vê preso no meio da missão divinamente sancionada de Jeú para erradicar a casa de Acabe. Após testemunhar os eventos que se desenrolam, Acazias tenta escapar, mas Jeú, comprometido com sua missão, o persegue com determinação. A perseguição resulta em Acazias sendo ferido enquanto foge em sua carruagem, e embora consiga chegar a Megido, ele acaba sucumbindo aos seus ferimentos. Esta narrativa é uma ilustração vívida da natureza tumultuada das transições de liderança na antiga Israel, frequentemente marcadas por violência e retribuição.
A história da morte de Acazias não é apenas um relato histórico, mas também uma reflexão sobre os temas da justiça divina e da profecia. As ações de Jeú, embora brutais, são vistas como o cumprimento do juízo de Deus contra a casa de Acabe, conforme profetizado anteriormente. Isso serve como um lembrete sóbrio das consequências de se afastar dos mandamentos de Deus e do inevitável desenrolar dos planos divinos. Apesar do caos e da violência, a narrativa tranquiliza os crentes sobre a soberania final de Deus e Sua justiça, mesmo quando se manifesta por meio das ações e decisões humanas.