O reinado de Jeú, que durou vinte e oito anos em Samaria, foi uma era crucial para o Reino do Norte de Israel. Conhecido por seu zelo ardente em eliminar a adoração a Baal, as ações de Jeú foram vistas como um cumprimento do juízo divino contra a casa de Acabe. Seu governo começou com um golpe dramático, derrubando a dinastia anterior e estabelecendo seu próprio domínio. Apesar de suas reformas religiosas, os métodos de Jeú eram frequentemente brutais, resultando em um legado misto.
Durante seu tempo como rei, Jeú tentou levar Israel de volta à adoração a Yahweh, distanciando a nação das práticas idólatras que haviam se enraizado. No entanto, seu reinado não foi isento de desafios. O cenário político era tumultuado, e suas táticas agressivas às vezes alienavam aliados em potencial. Mesmo assim, a duração de seu reinado sugere um certo grau de estabilidade e controle, permitindo-lhe implementar suas políticas e manter sua dinastia.
A história de Jeú serve como uma narrativa complexa sobre a interação entre fé, poder e política. Ela destaca os desafios que os líderes enfrentam ao tentar promover mudanças e os efeitos duradouros que suas decisões podem ter sobre uma nação.