Adina, filho de Zeca, foi escolhido para liderar a décima terceira divisão do exército de Davi, que servia durante o mês de dezembro. Essa escolha reflete a meticulosidade e a organização que caracterizavam o reinado de Davi. Com 24 mil homens sob seu comando, cada divisão tinha a responsabilidade de manter a segurança e a estabilidade do reino, garantindo que o exército estivesse sempre preparado para qualquer eventualidade.
A referência à tribo de Benjamim, da qual Adina era descendente, ressalta a importância da herança familiar e do papel que ela desempenhava na liderança e no serviço dentro da comunidade israelita. A tribo de Benjamim era conhecida por sua bravura e lealdade, o que torna a escolha de Adina ainda mais significativa. Este sistema de divisões militares rotativas não apenas distribuía a carga do serviço, mas também fomentava um senso de unidade e responsabilidade entre as tribos de Israel, demonstrando a sabedoria e a visão de Davi em sua governança.